Bibliographie
ABOIM, Diogo Guerreiro Camacho de, Opusculum de privilegijs familiarium officialium que sanctae inquisitionis desideratissimum: nunc primum in lucem editum ..., Conimbricae: ex officinia J. Antunes, 1699.
AZEVEDO, João Lúcio de, História dos Cristãos-Novos Portugueses, Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1921.
BAIÃO, António, A Inquisição em Portugal e no Brazil: subsidios para a sua história, Lisboa: Arquivo Histórico Português, 1906.
BETHENCOURT, Francisco, História das Inquisições: Portugal, Espanha e Itália, Lisboa: Círculo de Leitores, 1994.
BETHENCOURT, Francisco, «Inquisição», in: Portugal: mitos revisitados, Lisboa: Edições Salamandra, 1993, p. 101-138.
BLUTEAU, Rafael, Vocabulario portuguez e latino, áulico, anatómico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, económico, florífero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos; e oferecido a el rey de Portugal, D. Joao V. Pelo padre D. Raphael Bluteau, Coimbra: no Collegio das Artes da Companhia de Jesus, 1712.
CONTRERAS, Jaime, El Santo Oficio de la Inquisición en Galicia: poder, sociedad y cultura, Madrid: Akal, 1982.
DEDIEU, Jean-Pierre, «Limpieza, poder y riqueza. Requisitos para ser ministro de la Inquisición. Tribunal de Toledo, siglos XVI-XVII», Cuadernos de Historia Moderna, 14, 1993, p. 29-44.
FARIA, Ana Leal de, «Uma “teima”: do confronto de poderes ao malogro da reforma do Tribunal do Santo Ofício: a suspensão da Inquisição portuguesa (1674-1681)», in: Inquisição Portuguesa: tempo, razão e circunstância, Lisboa, São Paulo: Prefácio, 2007, p. 77-105.
FEITLER, Bruno, «Ofícios e estratégias de acumulação: o caso do despenseiro da Inquisição de Lisboa Antonio Gonçalves Prego (1650-1720)», Topoi, 17 (33), 2016, p. 468-489.
FONSECA, Jorge, Os livreiros de Lisboa nos séculos XVI e XVII: estratégias económicas, sociais e familiares, Lisboa: Edições Colibri, 2019.
KAMEN, Henry, A Inquisição na Espanha, Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira SA, 1966.
LOPES, Bruno, A Inquisição em terra de cristãos-novos: Arraiolos, 1570-1773, Lisboa: Apenas Livros, 2013.
LOPES, Bruno, «Familiares do Santo Ofício, População e Estatuto Social (Évora, Primeira Metade de Setecentos)», 4 vols., in: I Congresso Histórico Internacional: As Cidades na História: População, Guimarães: Câmara Municipal, 2013, 3 (2), p. 277-308.
MAGALHÃES, Joaquim Romero, «La Inquisición portuguesa: intento de periodización», Revista de la Inquisición: (intolerancia y derechos humanos), 2, 1992, p. 71-94.
MAGALHÃES, Joaquim Romero, «Em busca dos “tempos” da Inquisição (1573-1615)», Revista de História das Ideias, 9, 1987, p. 191-228.
MARCOCCI, Giuseppe; PAIVA, José Pedro, História da Inquisição portuguesa (1536-1821), Lisboa: Esfera dos Livros, 2013.
MEA, Elvira de Azevedo, Inquisição de Coimbra no século XVI: a instituição, os homens e a sociedade, Porto: Fundação Eugénio António de Almeida, 1997.
NOVOA, James Nelson, MATEUS, Susana Bastos, «The case of the new Christians of Lamego as an example of resistance against the Inquisition in sixteenth-century Portugal», Hispania Judaica, 6, 2008, p. 83-103.
OLIVAL, Fernanda, «Rigor e interesses: os estatutos de limpeza de sangue em Portugal», Cadernos de estudos sefarditas, 4, 2004, p. 151-182.
ORTEGA GÓMEZ, Lorena, Inquisición y sociedad: Familiares del Santo Oficio en el mundo rural de Castilla la Nueva (siglos XVI-XVIII), Ciudad Real: Universidad de Castilla-La Mancha, tesis doctoral, 2013.
PAIVA, José Pedro, Baluartes da fé e da disciplina: o enlace entre a Inquisição e os bispos em Portugal: 1536-1750, Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2011.
PEREIRA, Isaías da Rosa, A Inquisição em Portugal: séculos XVI-XVII – período filipino, Lisboa: Vega, 1993.
REMÉDIOS, J. Mendes dos, Os Judeus em Portugal: vicissitudes da sua história desde a época em que foram expulsos até à extinção da Inquisição, Coimbra: Coimbra Editora, Lda., 1928.
RODRIGUES, Teresa (ed.), História da população portuguesa: das longas permanências à conquista da modernidade, Porto: CEPESE, Afrontamento, 2009.
SILVA, José Justino de Andrade (ed.), Collecção chronologica da legislação portugueza: 1683-1700, Lisboa, Imprensa Nacional, 1859.
SILVA, Marco Antônio Nunes da, «Pescado, fruta y carbón. Conflictos en torno a La Inquisición portuguesa y sus privilegios (siglos XVII-XVIII)», in: Juan-Ignacio PULIDO SERRANO; William CHILDERS (eds.), La Inquisición vista desde abajo: Testificaciones de gente corriente ante el Santo Oficio, Madrid, Frankfurt am Main: Iberoamericana, Vervuert, 2020, p. 233-322.
SOUSA, Joaquim José Caetano Pereira e, Esboço de hum diccionario juridico, theoretico, e practico, remissivo ás leis compiladas, e extravagantes: F-Q, 3 vols., Lisboa: Typographia Rollandiana, 1827.
Torres, José Veiga, «Da repressão religiosa para a promoção social: a Inquisição como instância legitimadora da promoção social da burguesia mercantil», Revista Crítica de Ciências Sociais, 40, 1994, p. 109-135.
VASCONCELOS, J. Leite de, Etnografia Portuguesa: tentame de sistematização, Lisboa: Imprensa Nacional, 1933.
WADSWORTH, James E., «Os familiares do número e o problema dos privilégios», in: A Inquisição em xeque: temas, controvérsias, estudos de caso, Rio de Janeiro: EdUERJ, 2006, p. 97-112.
Haut de page
Notes
Rafael BLUTEAU, Vocabulario portuguez e latino, áulico, anatómico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, económico, florífero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos; e oferecido a el rey de Portugal, D. Joao V. Pelo padre D. Raphael Bluteau, 8 vols., Coimbra: no Collegio das Artes da Companhia de Jesus, 1712, 6, p. 751.
Francisco BETHENCOURT, História das Inquisições: Portugal, Espanha e Itália, Lisboa: Círculo de Leitores, 1994, p. 125-126; James E. WADSWORTH, «Os familiares do número e o problema dos privilégios», in: A Inquisição em xeque: temas, controvérsias, estudos de caso, Rio de Janeiro: EdUERJ, 2006, p. 97-112, p. 98.
Fernanda OLIVAL, «Rigor e interesses: os estatutos de limpeza de sangue em Portugal», Cadernos de estudos sefarditas, 4, 2004, p. 151-182.
F. Bethencourt, op. cit., p. 129.
José Veiga TORRES, «Da repressão religiosa para a promoção social: a Inquisição como instância legitimadora da promoção social da burguesia mercantil», Revista Crítica de Ciências Sociais, 40, 1994, p. 109-135.
Ana Leal de FARIA, «Uma “teima”: do confronto de poderes ao malogro da reforma do Tribunal do Santo Ofício: a suspensão da Inquisição portuguesa (1674-1681)», in: Inquisição Portuguesa: tempo, razão e circunstância, Lisboa, São Paulo: Prefácio, 2007, p. 77-105.
J. V. TORRES, art. cit.
J. E. WADSWORTH, op. cit., p. 100.
Marco Antônio Nunes da SILVA, «Pescado, fruta y carbón. Conflictos en torno a La Inquisición portuguesa y sus privilegios (siglos XVII-XVIII)», in: Juan-Ignacio PULIDO SERRANO; William, CHILDERS (eds.), La Inquisición vista desde abajo: Testificaciones de gente corriente ante el Santo Oficio, Madrid, Frankfurt am Main: Iberoamericana, Vervuert, 2020, p. 233-322.
Giuseppe MARCOCCI, José Pedro PAIVA, História da Inquisição portuguesa (1536-1821), Lisboa: Esfera dos Livros, 2013, p. 42-43.
J. V. TORRES, art. cit., p. 120-121.
Joaquim Romero MAGALHÃES, «Em busca dos “tempos” da Inquisição (1573-1615)», Revista de História das Ideias, 9, 1987, p. 191-228, p. 219.
Puede citarse un caso relativo a un criado de un inquisidor de la Inquisición de Lisboa, fechado en 1630. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (adelante ANTT), Conselho Geral, lib. 88, f. 641-641v.
ANTT, Inquisição de Lisboa, lib. 84, f. 122-122v.
ANTT, Conselho Geral, lib. 5, f. 5-5v.
ANTT, Inquisição de Lisboa, lib. 84, f. 121.
Joaquim Romero MAGALHÃES, «La Inquisición portuguesa: intento de periodización», Revista de la Inquisición: (intolerancia y derechos humanos), 2, 1992, p. 71-94, p. 86.
ANTT, Inquisição de Lisboa, lib. 84, f. 122-122v.
ANTT, Inquisição de Lisboa, lib. 84, f. 127v.
J. V. TORRES, art. cit., p. 120-121.
loc. cit., p. 121.
Isaías da Rosa PEREIRA, A Inquisição em Portugal: séculos XVI-XVII – período filipino, Lisboa: Vega, 1993, p. 110.
ANTT, Inquisição de Goa, mç. 34, n.º 4.
ANTT, Conselho Geral, lib. 211, f. 3v; J. E. WADSWORTH, op. cit.,
J. Mendes dos REMÉDIOS, Os Judeus em Portugal: vicissitudes da sua história desde a época em que foram expulsos até à extinção da Inquisição, Coimbra: Coimbra Editora, Lda., 1928, p. 54.
Jorge FONSECA, Os livreiros de Lisboa nos séculos XVI e XVII: estratégias económicas, sociais e familiares, Lisboa: Edições Colibri, 2019, p. 17.
Biblioteca Pública de Évora (adelante BPE), Manizola, códice 74, n.º 14.
Fuentes: ANTT, Conselho Geral, lib. 5, f. 5-5v; lib. 160; lib. 211, f. 3v; Conselho Geral, Papéis avulsos, mç. 4, cx. 5, n.º 1957; mç 4, cx. 6, n.º 2039; mç. 5, n.º 2236; Inquisição de Coimbra, lib. 27, f. 230-230v; Inquisição de Lisboa, lib. 84, f. 121-127v; Joaquim José Caetano Pereira e SOUSA, Esboço de hum diccionario juridico, theoretico, e practico, remissivo ás leis compiladas, e extravagantes: F-Q, 3. vols., Lisboa: Typographia Rollandiana, 1827, 2; João Lúcio de AZEVEDO, História dos Cristãos-Novos Portugueses, Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1921, p. 347; António BAIÃO, A Inquisição em Portugal e no Brazil: subsidios para a sua história, Lisboa: Arquivo Histórico Português, 1906, p. 58-59; Francisco BETHENCOURT, «Inquisição», in: Portugal: mitos revisitados, Lisboa: Edições Salamandra, 1993, p. 101-138, p. 102; Elvira de Azevedo MEA, Inquisição de Coimbra no século XVI: a instituição, os homens e a sociedade, Porto: Fundação Eugénio António de Almeida, 1997, p. 164-167 ; J. E. WADSWORTH, op. cit..
G. MARCOCCI; J. P. PAIVA, op. cit., p. 47.
Bruno LOPES, A Inquisição em terra de cristãos-novos: Arraiolos, 1570-1773, Lisboa: Apenas Livros, 2013, p. 99-100.
Arquivo Histórico Municipal de Arraiolos, Livros de registo, lib. 2, f. 92.
E. A. MEA, op. cit., p. 165.
G. MARCOCCI; J. P. PAIVA, op. cit., p. 261-262.
Se trata de una cuestión escasamente abordada por la historiografía. Sin embargo, puede observarse su aplicación en el uso que hizo de ella el despensero de las cárceles secretas de la Inquisición de Lisboa, en: Bruno FEITLER, «Ofícios e estratégias de acumulação: o caso do despenseiro da Inquisição de Lisboa Antonio Gonçalves Prego (1650-1720)», Topoi, 17 (33), 2016, p. 468-489, p. 485.
A. BAIÃO, op. cit., p. 59; G. MARCOCCI; J. P. PAIVA, op. cit., p. 48.
José Pedro PAIVA, Baluartes da fé e da disciplina: o enlace entre a Inquisição e os bispos em Portugal: 1536-1750, Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2011, p. 67-78.
J. R. MAGALHÃES, art. cit., p. 215.
J. V. TORRES, art. cit., p. 122.
M. A. N. SILVA, op. cit., p. 235.
ANTT, Inquisição de Évora, lib. 646, f. 66-67.
J. E. WADSWORTH, op. cit., p. 102-108.
ANTT, Inquisição de Lisboa, lib. 151, f. 194.
Ibid., f. 483.
ANTT, Conselho Geral, lib. 160, f. 215.
Ibid., f. 221-221vo; lib. 680, f. 2-3.
Ibid., f. 164.
ANTT, Inquisição de Évora, lib. 646, f. 67.
J. R. MAGALHÃES, «Em busca dos "tempos" da Inquisição…», p. 199.
ANTT, Inquisição de Lisboa, lib. 151, f. 340.
ANTT, Conselho Geral, lib. 520, f. 67.
J. E. WADSWORTH, op. cit., p. 100.
ANTT, Inquisição de Évora, lib. 646, f. 67.
I. R. PEREIRA, op. cit., p. 110.
Henry KAMEN, A Inquisição na Espanha, Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira SA, 1966, p. 184; Jaime CONTRERAS, El Santo Oficio de la Inquisición en Galicia: poder, sociedad y cultura, Madrid: Akal, 1982, p. 72-76; Jean-Pierre DEDIEU, «Limpieza, poder y riqueza. Requisitos para ser ministro de la Inquisición. Tribunal de Toledo, siglos XVI-XVII», Cuadernos de Historia Moderna, 14, 1993, p. 24-44, p. 30; Lorena ORTEGA GÓMEZ, Inquisición y sociedad: Familiares del Santo Oficio en el mundo rural de Castilla la Nueva (siglos XVI-XVIII), Ciudad Real: Universidad de Castilla-La Mancha, Tesis doctoral, 2013, p. 66-68.
J. V. TORRES, art. cit., p. 125.
ANTT, Inquisição de Lisboa, mç. 30, 18.
José Justino de Andrade SILVA (ed.), Collecção chronologica da legislação portugueza: 1683-1700, Lisboa: Imprensa Nacional, 1859, p. 319-320.
António BAIÃO, op. cit., p. 12.
Diogo Guerreiro Camacho de ABOIM, Opusculum de privilegijs familiarium officialium que sanctae inquisitionis desideratissimum: nunc primum in lucem editum ..., Conimbricae: ex officinia J. Antunes, 1699. Se conocen, al menos, otras tres ediciones en 1735, 1747 y 1759.
Lo era, al menos, desde 1696 (ANTT, Conselho Geral, Papéis avulsos, mç. 4, cx. 5, n.º 1970), además de haber sido juez de bienes confiscados de Évora, desde 1689 (BPE, códice CXXVI/2-29, f. 34-35) y familiar del Santo Oficio desde ese mismo año (ANTT, Habilitações do Santo Ofício, Diogo, mç. 5, doc. 148).
James Nelson NOVOA; Susana Bastos MATEUS, «The case of the new christians of Lamego as an example of resistance against the Inquisition in sixteenth-century Portugal», Hispania Judaica, 6, 2008, p. 83-103.
ANTT, Inquisição de Évora, lib. 41, f. 319.
Teresa Rodrigues (ed.), História da população portuguesa: das longas permanências à conquista da modernidade, Porto: CEPESE, Afrontamento, 2009, p. 519.
ANTT, Inquisição de Évora, lib. 41, f. 319-320.
J. V. TORRES, art. cit., p. 33.
ANTT, Conselho Geral, Papéis avulsos, mç. 4, cx. 6, n.º 2039.
J. E. WADSWORTH, op. cit., p. 102.
Véanse dos estudios exploratorios sobre este tema en: B. LOPES, op. cit., p. 87-92; B. LOPES, «Familiares do Santo Ofício, População e Estatuto Social (Évora, Primeira Metade de Setecentos)», in: I Congresso Histórico Internacional: As Cidades na História: População, 4 vols., Guimarães: Câmara Municipal, 2013, 3 (2), p. 277-308, p. 291293.
ANTT, Inquisição de Coimbra, lib. 28, f. 435, 437, 478, 535; lib. 680, f. 7.
ANTT, Conselho Geral, Papéis avulsos, mç. 4, cx. 6, n.º 2039.
Idem.
ANTT, Inquisição de Lisboa, mç. 28, n.º 27.
J.-P. DEDIEU, art. cit., p. 34.
ANTT, Habilitações do Santo Ofício, João, mç. 59, doc. 1119.
ANTT, Inquisição de Lisboa, lib. 157, f. 27A-30B.
ANTT, Inquisição de Lisboa, lib. 158, f. 226B-229v.
Haut de page