Notas
Este artigo é resultado da investigação feita no seminário “A Construção de um Reino: entre Castela e o Mar”. Agradeço ao Doutor Simon Davis pelas recomendações bibliográficas, à Doutora Maria Amélia Campos pelo acompanhamento e revisão e, em especial, ao Doutor Saúl António Gomes que orientou toda a investigação e execução.
ARAÚJO, Yann Loïc – “Contributo para a história da alveitaria e dos cavalos de guerra no Portugal medieval”. Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias 98/549, (2004), p. 20.
ARAÚJO, Yann Loïc – “Contributo para a história”, p. 20.
“Mosaico dos Cavalos”. [Consultado a 20 setembro 2021]. Disponível em http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=119865.
Acerca deste assunto ver: ALMEIDA, Fernando de – “O Mosaico dos Cavalos". O Arqueólogo Português IV (1970), pp. 263-275.
Esta fonte será desenvolvida ao longo deste trabalho através da publicação: SEVILHA, Isidoro de – Etimologías. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 2004.
ARAÚJO, Yann Loïc – “Contributo para a história”, p. 20.
ARAÚJO, Yann Loïc – “Contributo para a história”, p. 21.
ARAÚJO, Yann Loïc – “Contributo para a história”, p. 22.
“Item aliud volumen in quo est liber qui dicitur Amicum induit et Cirurgia bene grosata. Et Anathomia et Cura equorum siue Cirurgia ipsorum”, GOMES, Saúl António – Introdução à História do Castelo de Leiria. 2ª ed. Leiria: Câmara Municipal de Leiria, 2004, p. 245.
MATTOSO, José – Identificação de um País. 1ª ed. Lisboa: Temas e Debates e Círculo de Leitores, 2015, p. 410.
MATTOSO, José – Identificação de um País, p. 410.
MATTOSO, José – Identificação de um País, p. 410.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses – Documentos Régios: documentos dos Condes Portugalenses e de D. Afonso Henriques, A.D. 1095-1185. Lisboa: Academia Portuguesa de História, 1958, vol.1, t.1., doc.132, p. 155, 1133, março, 20.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc. 234, p. 286, 1150, maio.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1 doc. 240, p. 294, 1152, setembro, 30.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc. 56, p. 70, 1121, fevereiro, 1.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae monvmenta historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum: Diplomata et Chartae. Lisboa: Typis Academicis, 1868, vol.I, fasc. I, p. 62, 968.
BARROS, Henrique da Gama – História da Administração Pública em Portugal nos séculos XII a XV.. Lisboa: Tipografia Castro Irmão, 1922, t. IV, pp. 90-99.
MONTEIRO, João Gouveia – A Guerra em Portugal- Nos Finais da Idade Média. 1ª ed. Lisboa: Editorial Notícias, 1998, pp. 151-162.
MARTINS, Miguel Gomes – A Arte da Guerra em Portugal: 1245 a 1367. 1ª ed. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2014, pp. 267-288.
MARTINS, Miguel Gomes – “Armas e cavalos: os arsenais e as coudelarias das Ordens Militares em Portugal na Idade Média”. In FERNANDES, Isabel Cristina (coord. cient.) – Castelos das Ordens Militares. Atas do Encontro Internacional. Lisboa: Direção-Geral do Património Cultural, 2013, pp. 409-426.
MARTINS, M. Gomes – A Arte da Guerra, p. 285.
“de te accepimus unum bonum caballum quem adduxisti de terra maurorum”, AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc. 21, p. 27, 1110, agosto.
FERNANDES, A. de Almeida – Viseu, Agosto de 1109 Nasce D. Afonso Henriques. 4ª ed. Viseu: Governo Civil do Distrito de Viseu, 1993, p. 38.
DAVIS, Ralph H. C. – The Medieval Warhorse. London: Thames and Hudson, 1989, p. 6.
MONTEIRO, João Gouveia – A Guerra em Portugal, p. 151.
MARTINS, M. Gomes – A Arte da Guerra, p. 268. Acerca da qualidade dos equídeos hispânicos, ver também os diversos argumentos apresentados por: MORALES MUÑIZ, Dolores C.– “El caballo en la Edad Media. Un estado de la cuestión”. In Sociedad Española de Estudios Medievales – Homenaje al profesor Eloy Benito Ruano. Murcia: Universidad de Murcia Servicio de Publicaciones, 2010, pp. 538-539.
“In cuius pascuis eque lasciuiunt mira fecunditate. Nam aspirate fauoniis uento concipiunt et postmodum sitientes cum maribus coeunt; sic aurarum spiritu maritantur”, NASCIMENTO, Aires A. – A conquista de Lisboa aos Mouros. 3ª ed. Lisboa: Nova Vega, 2018, pp. 79-81.
MARTINS, M. Gomes – A Arte da Guerra, p. 268.
THOMAS, Richard [et. al.] – “The brede of good & strong Horsis: zooarchaeological evidence for size change in horses from early modern London”. Post-Medieval Archaeology 52/2 (2018), pp. 224-238.
THOMAS, Richard [et. al.] – “The brede of good & strong Horsis”, pp. 224-238.
THOMAS, Richard [et. al.] – “The brede of good & strong Horsis”, p. 225.
CARDOSO, Hugo; GOMES. J. – “Trends in Adult Stature of Peoples who Inhabited the Modern Portuguese Territory from the Mesolithic to the Late 20th Century”. International Journal of Osteoarchaeology 19 (ago. 2008), pp. 711-725.
Destaco que a comparação é feita entre indivíduos que habitaram o território português, na Idade Média, e equídeos da cidade de Londres medieval. Apesar de não ser uma comparação ideal, a utilização do estudo anglo-saxónico afigura-se como a melhor aproximação que temos da realidade medieval portuguesa, uma vez que não existem estudos aprofundados relativos à estatura de equídeos no espaço português. Realço ainda que recorro, em ambos os casos, ao valor médio de estaturas, pelo que poderia haver, tanto pessoas como equídeos, com estaturas superiores, ou inferiores, daquelas que são apresentadas e que no caso dos cavalos de guerra seriam, certamente, os de maior dimensão.
MARTINS, M. Gomes – A Arte da Guerra, pp. 271-272.
MATTOSO, José – Identificação de um País, p .421.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. I, p. 47, p. 959.
MARTINS, M. Gomes – A Arte da Guerra, pp. 268-269.
Ordenações Afonsinas. Notas de Mário J. de Almeida Costa e Eduardo Borges Nunes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, vol. I, título LXXI, cap. VII, p. 493.
SILVA, Ana Teresa – Hipologia - guia para o estudo do cavalo. Lisboa: Lidel, 2013, p. 141.
MARTINS, M. Gomes – A Arte da Guerra, p. 269.
BRANDÃO, António – Quarta Parte Da Monarchia Lusitana. Lisboa: Mosteiro de S. Bernardo, 1632, parte IV, f. 169v.
MARTINS, M. Gomes – A Arte da Guerra, p. 269.
“ElRey nom tenha nem faça ter outras bestas na estrebaria senom quatro cavalos pera egoas”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae monvmenta historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum: Leges et consvetvdines. Lisboa: Typis Academicis, 1856, vol.I, fasc. II, p. 198, 1258, abril, 11.
“E os poldros das egoas dEIRey andem com as egoas ataa dous annos e dês alli em deante dê os ElRey a quem quizer e nom os tenha mais aa sa custa”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 200, 1261, janeiro.
“do meas terras quas habeo in campo de Erreas, et casalia ejus et meas vaccas, meas oves, meas equas, meos porcos et haereditates, quas ibi habeo”, AZEVEDO, Rui de; COSTA, Avelino de Jesus da; PEREIRA, Marcelino Rodrigues – Documentos de D. Sancho I (1174-1211). Coimbra: Centro de História da Universidade de Coimbra, 1979, doc. 173, p. 264, 1208, janeiro.
AZEVEDO, Rui de; COSTA, Avelino de Jesus da; PEREIRA, Marcelino Rodrigues – Documentos de D. Sancho I, doc. 194, p. 299, 1210, outubro.
“Et ex inde cepit rexe idem ecclesie delegare agros, víneas, ortos, molendina, greges ouium, equarum, armentorum, porcorumque, et cetera stipendiis fratum in ea commorantium necessaria”, a tradução de Aires A. Nascimento não foi utilizada no corpo de texto, tendo sofrido algumas alterações, NASCIMENTO, Aires A. – A conquista, p. 194.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae monvmenta historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum: Inqvisitiones. Lisboa: Typis Academicis, vol.I, fasc.III, 1891, p. 415, 1258.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc. 186, p. 229, 1141, abril, 16.
MARQUES, José – O Cartulário do Mosteiro de Fiães. vol.1. Melgaço: Câmara Municipal de Melgaço, 2016, doc. 116, p. 97, 1221, outubro, 18.
MARQUES, José – O Cartulário, doc. 411, p. 268, 1226.
MARQUES, José – O Cartulário, doc. 113, p. 95, 1246.
NASCIMENTO, Aires A.; CATÓN, José M. Fernández (eds.) – Liber testamentorum coenobii laurbanensis (estúdios). Leão: Centro de Estudios e Investigación «SanIsidoro», 2008, doc. 19, p. 624, 907, abril, 13.
NASCIMENTO, Aires A.; CATÓN, José M. Fernández (eds.) – Liber testamentorum, doc. 4, p. 599, 935, setembro, 11.
NASCIMENTO, Aires A.; CATÓN, José M. Fernández (eds.) – Liber testamentorum, doc. 73, p. 703, 954, março, 11.
NASCIMENTO, Aires A.; CATÓN, José M. Fernández (eds.) – Liber testamentorum, doc. 2, p. 595, 967, julho, 24.
NASCIMENTO, Aires A.; CATÓN, José M. Fernández (eds.) – Liber testamentorum, doc. 15, p. 617, 1018?.
FERNANDES, Armando de Almeida – Taraucae monumenta histórica: I Livro das doações de Tarouca. Braga: Câmara Municipal de Tarouca, 1991-1993, doc. 316, p. 259, 1175, maio. 21.
FERNANDES, Armando de Almeida – Taraucae monumenta, doc. 459, p. 377, 1228, junho.
FERNANDES, Armando de Almeida – Taraucae monumenta, doc. 359, p. 294, 1170, março, 1.
FERNANDES, Armando de Almeida – Taraucae monumenta, doc. 229, p. 194, 1176, abril, 28.
NICOLÁS, H. La Fuente – Das Werk Los siete libros del arte de la ciencia de la albeitería des Fray Bernardo Portugués. Munich: Ludwig-Maximilians Universität München, 2012. Tese de Doutoramento, pp. 28-34.
“Tota mea criazone siue de mulos uel mulas et de kauallos vel equas”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae monvmenta historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum: Diplomata et Chartae. Lisboa: Typis Academicis, vol. I, fasc. III, 1870, p. 361, 1081.
“Meo ganato de meis uaccis aut de meis equis”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. III, p. 405, 1087.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. III, p. 434, p. 1089.
AZEVEDO, Pedro de; FREIRE, Anselmo Braamcamp – Livro dos bens de D. João de Portel: cartulário do século XIII. Lisboa: Colibri, 2003, doc. XXIX, p. 38, 1259, novembro, 16.
AZEVEDO, Pedro de; FREIRE, Anselmo Braamcamp – Livro dos bens, doc. CLXV, p. 102, 1263, março; AZEVEDO, Pedro de; FREIRE, Anselmo Braamcamp – Livro dos bens, doc. CLXVI, p. 102, 1263, março.
JOSSERAND, Philippe – Jacques de Molay. Le dernier grand-maître des Templiers. 1ª ed. Paris: Les Belles Lettres, 2019, doc. 3.
MARTINS, Miguel Gomes – De Ourique a Aljubarrota - A Guerra na Idade Média. 1ª ed. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2011, p. 28.
MARTINS, Miguel Gomes – “Armas e cavalos”, p. 319.
MARTINS, Miguel Gomes – “Armas e cavalos”, p. 319.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. IV, p. 488, 1095.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. III, p. 460, 1092.
AZEVEDO, Pedro de; FREIRE, Anselmo Braamcamp – Livro dos bens, doc. CLXV, p. 102, 1263, março.
NASCIMENTO, Aires A.; CATÓN, José M. Fernández (eds.) – Liber testamentorum, doc. 15, p. 617, 1018?.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. II, p. 267, 1060.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc. 124, p. 147, 1132, abril.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. II, p. 359, 1081.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae monvmenta historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum: Leges et consvetvdines, vol. I, fasc. V, Lisboa: Typis Academicis, 1866, p. 696, 1260.
“Et accepimus de vobis in precio III equas bravvas”, COSTA, A. de Jesus, MARQUES, José – Liber Fidei Sanctae Bracarensis Ecclesiae. Braga: Arquidiocese de Braga, 2016, t. 1, doc. 297, p. 447, 1088, abril,1.
“accepit de nos III equas bravvas”, COSTA, A. de Jesus, MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 315, p. 464, 1102.
SEVILHA, Isidoro de – Etimologías, p. 897.
Tradução feita com base na interpretação de: PASCUAL BAREA, Joaquín– “Los veinte nombres de colores de caballos en Isidoro de Sevilla”. Studia Philologica Valentina 17/14 (2015), p. 99.
Tradução que conjuga a sugestão de J. P. Barea com a tradução de J. O. Reta e M. A. M. Casquero. PASCUAL BAREA, Joaquín– “Los veinte nombres de colores de caballos en Isidoro de Sevilla”, p. 98; SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, p. 897.
SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, p. 897.
PASCUAL BAREA, Joaquín– “Los veinte nombres de colores de caballos en Isidoro de Sevilla”, p. 93.
“Como el guttatus (‘blanco pálido con puntos negros’), scutulatus (literalmente ‘con escudos’), es otro color con manchas, pero de mayor tamaño y de distinta forma y colores”; PASCUAL BAREA, Joaquín– “Los veinte nombres de colores de caballos en Isidoro de Sevilla”, p. 95.
Atualmente as denominações, para caracterizar cavalos através da sua pelagem, são preservadas e utilizadas no mundo da equitação. Embora tenham sofrido algumas alterações, quanto aos seus significados, ainda se encontram semelhanças com os termos medievais. Acerca deste assunto ver: SILVA, Ana Teresa – Hipologia, pp. 225-248.
PASCUAL BAREA, Joaquín – “Los veinte nombres de colores de caballos en Isidoro de Sevilla”, p. 81.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc. 219, p. 270, 1146, setembro, 25.
SILVA, Joaquim Carvalho – Dicionário da Língua Portuguesa Medieval. 2ª ed. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2009, p. 196.
MENÉNDEZ PIDAL, Ramón– Léxico Hispánico Primitivo: Siglos VII al XII. 1ª ed. Madrid: Espasa Calpe, 2003, p. 400.
COSTA, A. de Jesus; MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 126, p. 220, 1088, junho, 15.
COSTA, A. de Jesus; MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 161, p. 272, 1101, setembro, 7.
AZEVEDO, Rui de; COSTA, Avelino de Jesus da; PEREIRA, Marcelino Rodrigues – Documentos de D. Sancho I, doc. 31, p. 50, 1188.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae monvmenta historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum: Diplomata et Chartae, vol. I, fasc. II, Lisboa: Typis Academicis, 1869, p.191, 1041.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. II, p. 206, 1045.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. II, p. 222, 1048.
COSTA, A. de Jesus, MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 262, p. 412, 1074, abril, 1.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. III, p. 352, 1080.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. III, p. 446, 1091.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. III, p. 463, 1092.
COSTA, A. de Jesus; MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 154, p. 261, 1100, maio, 20.
COSTA, A. de Jesus; MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 387, p. 550, 1110, outubro, 22.
BLUTEAU, Raphael – Vocabulario portuguez & latino. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesus, 1712-1728, p. 402.
MENÉNDEZ PIDAL, Ramón– Léxico Hispánico Primitivo, p. 559.
SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, p. 896.
Por alazão entenda-se: castanho avermelhado.
PASCUAL BAREA, Joaquín– “Los veinte nombres de colores de caballos en Isidoro de Sevilla”, pp. 85-86.
SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, p. 896.
SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, pp. 897-898.
SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, p. 896.
PASCUAL BAREA, Joaquín– “Los veinte nombres de colores de caballos en Isidoro de Sevilla”, pp. 86-88.
BLUTEAU, Raphael – Vocabulario portuguez & latino, p. 16.
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HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. II, p. 199, 1043.
MENÉNDEZ PIDAL, Ramón– Léxico Hispánico Primitivo, p.82.
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HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. II, p. 234, 1053; COSTA, A. de Jesus, MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 254, p. 405, 1072, maio, 31.
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COSTA, A. de Jesus, MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 133, p. 228, 1095, novembro, 30.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae monvmenta historica: a saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum: Diplomata et Chartae, vol. I, fasc. IV, Lisboa: Typis Academicis, 1873, p. 537, 1099.
SILVA, Joaquim Carvalho – Dicionário da Língua Portuguesa Medieval, p. 234.
VITERBO, Joaquim de S. Rosa – Elucidário das palavras, termos, e frases, que em Portugal antigamente se usaram e que hoje regularmente se ignoram. 2 edª. Lisboa: A. J. Fernandes Lopes, 1865, p. 177.
SILVA, A. de Moraes – Diccionario da lingua portugueza. Lisboa: Typographia Lacerdina, 1813, t. 2, p. 555.
AZEVEDO, Rui de; COSTA, Avelino de Jesus da; PEREIRA, Marcelino Rodrigues – Documentos de D. Sancho I, doc. 31, p. 50, 1188.
SILVA, A. de Moraes – Diccionario da lingua portugueza, t. 2, p. 648.
SILVA, A. de Moraes – Diccionario da lingua portugueza, t.2, p. 648.
BLUTEAU, Raphael – Vocabulario portuguez & latino, p. 393.
Em português leia-se como cinzento ou grisalho. PIDAL, Ramón Menéndez – Léxico Hispánico Primitivo, p. 562.
DURAND, Robert – Le cartulaire, doc. 303, p. 267, 1136, fevereiro, 5.
COSTA, A. de Jesus; MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 476, p. 667, janeiro, 18.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. IV, p. 511, 1097.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. I, p. 134, 1012.
DURAND, Robert – Le cartulaire, doc. 277, p.246, 1146, setembro, 12.
GOMES, Saúl António – “A Presença das Ordens Militares na Região de Leiria (Séculos XII-XV)”. In FERNANDES, Isabel Cristina F.; PACHECO, Paulo (coord.) – As Ordens Militares em Portugal e no Sul da Europa. Actas do II encontro sobre Ordens Militares. Lisboa: Edições Colibri e Câmara Municipal de Palmela, 1997, p. 175.
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ALVES, Adalberto – Dicionário de Arabismos, p. 583.
COSTA, J. Almeida [et. al] – Dicionário da Língua Portuguesa. 8ª ed. Porto: Porto Editora, 1999, p. 724.
Vários termos utilizados sobretudo na historiografia estrangeira, mas também na portuguesa, não surgiram na documentação aqui trabalhada. Temos o exemplo dos destrier. Dolores C. Muñiz explora diversos termos aplicados a diferentes tipos de cavalos, ver: MORALES MUÑIZ, Dolores C.– “El caballo en la Edad Media. Un estado de la cuestión”, pp. 540-541. VENTURA, Leontina; MATOS, João da Cunha – Diplomatário da Sé de Viseu (1078-1278). Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2010, doc.290, p. 276, 1231
VENTURA, Leontina; MATOS, João da Cunha – Diplomatário da Sé de Viseu (1078-1278). Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2010, doc.290, p. 276, 1231.
VITERBO, Joaquim de S. Rosa – Elucidário das palavras, termos, e frases, p. 194.
BLUTEAU, Raphael – Vocabulario portuguez & latino, p. 211.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc. 334, p. 436, 1179, fevereiro.
AZEVEDO, Rui de; COSTA, Avelino de Jesus da; PEREIRA, Marcelino Rodrigues – Documentos de D. Sancho I, doc. 31, p. 49.
MENÉNDEZ PIDAL, Ramón– Léxico Hispánico Primitivo, p. 78.
VITERBO, Joaquim de S. Rosa – Elucidário das palavras, termos, e frases, p. 110.
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MARQUES, António H. de Oliveira – “A circulação e a troca de produtos”, p. 523.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc.104, p. 127, 1129, dezembro, 1.
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POIARES, António – “Nomenclatura Monetária Medieval Portuguesa”. Nummus: Revista da Sociedade Portuguesa de Numismática, série II, vol. 38 (2015), p. 8.
HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Diplomata, vol. I, fasc. III, p .403, 1087.
COSTA, A. de Jesus; MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 406, p. 580.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses, vol.1, t.1, doc. 186, p. 229, 1141, abril, 16.
Realço que a análise feita não tem em conta a valorização, ou desvalorização, da moeda. Num período que se estende ao longo de três séculos é certo que o soldo terá sofrido algumas alterações quanto ao seu valor.
COSTA, A. de Jesus; MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 103, p. 188, 1078.
AZEVEDO, Rui de – Documentos medievais portugueses – Documentos particulares: A.D. 1101-1115. vol. 3. Lisboa: Academia Portuguesa de História, 1940, doc. 46, p. 42, 1117.
“quanto à figura do animal, que seja forte e sólido de corpo, de um tamanho em consonância com a sua robustez, largo e alto, recolhido de ventre e de alcatra redonda, muito aberto de peito, corpo proeminente devido à consistência dos seus músculos, fino de patas e sólido pelo seu casco côncavo.”, SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, p. 897.
“quanto à beleza, que seja de cabeça pequena e firme, a pele quase pegada aos ossos, as orelhas pequenas e rijas, os olhos grandes, nariz largo, a cerviz erguida, crinas abundantes, assim como a cauda, de cascos sólidos pela sua redondez do casco”, SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, p. 897.
COSTA, A. de Jesus; MARQUES, José – Liber Fidei, doc. 558, p. 771, 1130, julho, 20.
SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, p. 897.
AFONSO X – Las Siete Partidas. Facsímile da edição de Salamanca de 1555. Madrid: Boletín Oficial del Estado, 1985, Título XXI, ley 10, fl. 72.
MARTINS, M. Gomes – A Arte da Guerra, p. 279.
“Et melior mula uel melior mulus ualeat sexsaginta libras”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, 194, 1253, dezembro, 26.
“Et melior asinus ualeat decem morabitinos de quindecim in solido”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, 194, 1253, dezembro, 26.
“Et melior equa ualeat quindecim libras”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, 194, 1253, dezembro, 26.
“Et melior roncinus qui non sit de bafordo ualeat uiginti et quinque libras. Et melior roncinus de bafordo ualeat quinquaginta libras”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, 194, 1253, dezembro, 26.
MONTEIRO, João Gouveia – A Guerra em Portugal, p. 159.
LÚLIO, Raimundo – Livro da Ordem de Cavalaria. Trad. A. Guerra. Lisboa: Assírio & Alvim, 2002, p. 17.
AFONSO X – Las Siete, Partidas Segunda, Título XXI, ley 1, fl. 70.
SEVILHA, Isidoro de – Etimologias, pp .896-897.
LÚLIO, Raimundo – Livro da Ordem, p. 53.
GOMES, Saul António – Introdução à sigilografia portuguesa: guia de estudo. Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2012, p. 94.
MORUJÃO, Maria do Rosário – “Os selos dos reis de Portugal (Primeira Dinastia)”. Armas e Troféus: Revista de História, Heráldica, Genealogia e Arte, t. 20 (2018), p. 82.
GOMES, Saul António – Introdução à sigilografia, p. 94.
GOMES, Saul António – Introdução à sigilografia, p. 94.
“sella orpellada de roncino cum pectorali colgato et deaurato et cum freno deaurato”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
“sella que non sit orpellada cum pectorali colgato et deaurato et cum freno deaurato”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
“sella de troyxa”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p.194, 1253, dezembro, 26.
“sella melior de carnario”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
“sella galleca orpellata cum pectorali deaurato et cum arricaues”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
“sella galleca sine orpel”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
“sella galleca carnaria”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
“sella carnaria nigra”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
“sela canelladus de auro cum garnimento de coriis uermeliis”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
“cabezate duplate uermelie de roncino uel de mulla”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 195, 1253, dezembro, 26.
“cabezate duplate nigre uel albe de roncino uel de mula”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 195, 1253, dezembro, 26.
“cabezate duplate uermelie de caballo”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 195, 1253, dezembro, 26.
“corrigie de armare cum quatuor custuris de seda”, HERCULANO, Alexandre – Portvgaliae… Leges, vol. I, fasc. II, p. 194, 1253, dezembro, 26.
COSTA, J. Almeida [et. al] – Dicionário da Língua Portuguesa, p. 268.
COSTA, J. Almeida [et. al] – Dicionário da Língua Portuguesa, p. 1243.
Arricave, s. m. (ar-rikib), «o estribo». ALVES, Adalberto – Dicionário de Arabismos, p. 239.
COSTA, J. Almeida [et. al] – Dicionário da Língua Portuguesa, p. 700.
COSTA, J. Almeida [et. al] – Dicionário da Língua Portuguesa, p. 783.
COSTA, J. Almeida [et. al] – Dicionário da Língua Portuguesa, p. 1199.
COSTA, J. Almeida [et. al] – Dicionário da Língua Portuguesa, p. 382.
FERREIRA, Jaime M. M. – “Dois Morabitinos”. NUMISMÁTICA 128 (mai-ago 2018), p. 4.
Gostaria de destacar que o estudo desenvolvido por Ferraro Vaz, em 1969, não reconhece o morabitino de D. Afonso I. Esta ideia é, efetivamente, bastante discutível e longe de ser consensual. Contudo, neste artigo, admitimos a teoria sugerida por de Jaime M. M. Ferreira para atribuir a cunhagem de morabitinos de ouro a Afonso Henriques; FERREIRA, Jaime M. M. – “Dois Morabitinos, pp. 3-21. VAZ, J. Ferraro – Livro das Moedas de Portugal. 1ª ed. Braga: Livraria Cruz, 1969.
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