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    <title>Medievalista</title>
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    <description>Revista em acesso aberto, semestral, interdisciplinar, dedicada aos estudos medievais</description>        
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  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9353">
    <title>Como a água que corre</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, foi o lugar de acolhimento, no passado dia 22 de Novembro, do Encontro “<em>Como a água que corre</em>. Em torno da obra de Luís Krus”. Organizado pelo Instituto de Estudos Medievais da NOVA FCSH com o apoio da mesma Fundação, serviu-lhe de pretexto a recente reedição da obra <em>A concepção nobiliárquica do espaço ibérico (1280-1380)</em>, de Luís Krus, que reproduz a sua tese de doutoramento apresentada à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa em 1989. Reunindo um conjunto conceituado de investigadores, oriundos de áreas diversas do saber, entre a História, a História da Arte, a Literatura ou a Antropologia Histórica, procurou-se discutir a obra e o legado historiográfico deste conceituado medievalista. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e fundador do Instituto de Estudos Medievais e seu primeiro Diretor, Luís Krus abriu caminhos e perspetivas de investigação profu...</p>]]></description> 
    <dc:creator>João Luís Fontes</dc:creator> 
    <dc:creator>Luís Filipe Oliveira</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9353</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9343">
    <title>Dias da Idade Média (Castelo de São Jorge, Lisboa, 27-29 de setembro 2024)</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">Em finais de setembro de 2024 foi reunida no Castelo de São Jorge, em Lisboa, uma numerosa hoste que, em séculos passados, poderia ter tentado tomar de assalto aquela fortificação. Contudo, nos dias 27, 28 e 29 de setembro essa hoste era, felizmente, composta não por invasores em busca de despojos, mas antes por curiosos, de todas as idades, sedentos de conhecimento e dispostos a recuar, pelo menos por algumas horas, até ao período medieval. Viviam-se então os Dias da Idade Média, iniciativa que resultou da colaboração entre o IEM – Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em particular da sua marca, a Medieval, com a Lisboa Cultura / Castelo de São Jorge e a Câmara Municipal de Lisboa (Centro de Arqueologia de Lisboa, Gabinete de Estudos Olisiponenses e Arquivo Municipal de Lisboa).</p>
      <p class="texte">Ao longo de três dias, especialistas de diversas áreas (História, Arqueologia, História de Arte, Heráldica, Património, etc.) procuraram d...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Paulo M. Dias</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9343</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9324">
    <title>XIV Colóquio da Secção Portuguesa da Associação Hispânica de Literatura Medieval – FRONTEIRA- Almeida (Guarda) – Portugal, 4-6 de setembro de 2024</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">A décima quarta edição do colóquio da secção portuguesa da AHLM realizou-se entre os dias 4 e 6 de setembro, em plena raia beirã, na histórica vila de Almeida, em terras de Riba Coa. </p>
      <p class="texte">Tendo como tema “Fronteira”, não foi por acaso que o colóquio decorreu numa região que, durante séculos, delimitou os espaços do Reino de Portugal e de Leão, enquanto também marcava a separação entre os reinos do Norte com o Al-Andalus. De facto, o vocábulo “Beira”, no século XII, reportava-se aos territórios a oriente da serra da Estrela, entre os rios Douro e Tejo, sendo que os situados em Riba Coa, só tardiamente foram integrados no reino português, com o Tratado de Alcanices, em 1297, firmado por D. Dinis e Fernando IV de Leão e de Castela.</p>
      <h1 class="texte">Um espaço para um colóquio</h1>
      <p class="texte">Atualmente, a praça fortificada de feição moderna e reconfigurada pela guerra da restauração seiscentista, já nada guarda da fortificação medieval, não obstante, ter cumprido com maior ou, por vezes, menor sucesso, a sua função de guardiã...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Helena S. Moniz</dc:creator> 
    <dc:creator>Ana Cristina Fonseca</dc:creator> 
    <dc:creator>Iolanda Aldrei</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9324</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9322">
    <title>A Idade Média e o romance académico inglês</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">Apesar do florescimento, nas últimas décadas, de romances históricos, designadamente de temática ou inspiração medieval, bem como da existência de diversos estudos críticos dedicados ao romance académico inglês, pouco se tem investigado, reflectido e escrito sobre a(s) representação(ões) específica(s) da Idade Média neste subgénero narrativo, cujo surgimento além-Mancha poderemos situar aproximadamente em meados do século passado. Esta realidade parece-nos um tanto intrigante, sobretudo se tivermos em consideração factores e circunstâncias como aqueles que, de forma tentativa, passamos a evocar.</p>
      <p class="texte">Embora, tanto quanto julgamos saber, nenhum dos principais escritores britânicos de romances académicos - Kingsley Amis (1922-1995), Tom Sharpe (1928-2013), Malcolm Bradbury (1932-2000), David Lodge (1935-), etc. - tenham sido simultaneamente docentes universitários <em>e</em> medievalistas, a universidade, enquanto instituição e conceito, é ela própria uma criação da Idade Média, constituindo-se, por...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Miguel Alarcão</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9322</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9319">
    <title>I Medieval Hunting Meeting, sobre o tema “human-canis relations”</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">A caça no período medieval é um assunto por demais conhecido entre a historiografia nacional e internacional. Contudo, o seu estudo recente – ao longo das duas últimas décadas –, nomeadamente no contexto português, não conheceu avanços tão significativos como noutras historiografias. Por um lado, não ignorando trabalhos relevantes para o estudo da caça no Portugal medievo, os avanços mais assinaláveis surgiram, sobretudo, a pretexto de estudos dedicados a outras temáticas. Por outro, o debate historiográfico, concretamente em torno das múltiplas questões que rodeiam a cinegética, não tem sido particularmente alimentado. Sintomático desta insuficiência é o facto de que, datando de 1988, o principal trabalho de referência para o estudo da caça no Portugal medievo tenha praticamente quatro décadas de existência. </p>
      <p class="texte">No entanto, o mesmo não se tem verificado ao nível da historiografia internacional, que tem dado visibilidade a novas formas de perspectivar a caça desde um ponto de vista hist...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Tiago Viúla de Faria</dc:creator> 
    <dc:creator>Afonso Soares de Sousa</dc:creator> 
    <dc:creator>Diana Martins</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9319</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9317">
    <title>Da mesquita à catedral, percurso por um lugar central em Lisboa</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="resume">No presente texto procura-se apresentar, de forma muito sintética, os dados históricos, arqueológicos e urbanísticos que concorrem para a hipótese aqui sustentada: a mesquita aljama de <em>al-Ushbuna</em> localizava-se no local onde hoje se implanta a Sé Catedral de Lisboa. A construção do templo cristão representa um exemplo clássico de reversibilidade dos espaços sagrados urbanos, entre o Gharb al-Andalus e o medievo reino de Portugal. Sob o claustro e o aterro que o infra-estrutura, a nascente da Catedral, conservam-se ruínas de um monumental edifício de época islâmica que se interpreta como complexo da mesquita aljama de <em>al-Ushbuna</em>.</p>]]></description> 
    <dc:creator>Jacinta Bugalhão</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9317</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9302">
    <title>O arquivo e a casa dos viscondes de Vila Nova de Cerveira</title>
    <description><![CDATA[
      <h1 class="texte">Introduzindo o tema: os <em>arquivos de família</em> e a Arquivística Histórica</h1>
      <p class="texte">O estudo dos designados <em>arquivos de família</em> tem ganho uma relevância crescente em Portugal desde a década de 1990, com destaque para a análise e tratamento arquivístico daqueles que foram produzidos e conservados por grupos parentais pertencentes à aristocracia durante o período pré-moderno, isto é, desde a época medieval até às revoluções liberais. Aos trabalhos pioneiros de Pedro Peixoto, seguiram-se as investigações de Armando Malheiro da Silva e dos seus discípulos, realizadas no âmbito da Ciência da Informação ou em diálogo com esta área, e, mais recentemente, as contribuições provenientes da Arquivística Histórica.</p>
      <p class="texte">Esta última abordagem, defendida por Maria de Lurdes Rosa, baseia-se na combinação de teorias e metodologias provenientes da História, da Ciência Arquivística, da Ciência da Informação e da Antropologia Histórica, e tem sido fundamental para a análise dos arquivos familiares pré-modernos. A Arquiví...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Filipa Lopes</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9302</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9296">
    <title>The influence of medieval romance in the episodes of Hippocrates’ daughter and the fairy of the Sparrowhawk Castle from The Book of John Mandeville</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte"><em><span xml:lang="en" lang="en">The Book of John Mandeville</em></span><span xml:lang="en" lang="en"> (c. 1357)</span><sup><span xml:lang="en" lang="en"></sup></span><span xml:lang="en" lang="en"> is one of the most famous works of the Middle Ages and probably the most-read travel narrative of the period. It describes the journey to Jerusalem and then to Asia of a traveller who presents himself as John Mandeville, an English knight born and raised in the town of St. Albans, Hertfordshire. In 1322, on Michaelmas Day (29th September), during the time of Edward III, king of England from 1327 to 1377, Mandeville left his country and crossed the sea to the Holy Land and further East. His sojourn lasted thirty-four years, during which he came in contact with the people and traditions of many places, some strange, full of wonders and monstrous beings. When, tired of travelling, he finally returned “to rest”</span><sup><span xml:lang="en" lang="en"> </sup></span><sup><span xml:lang="en" lang="en"></sup></span><span xml:lang="en" lang="en">, he took on the task of writing down his adventures in the form of a book, which, according to the dates on the Defective Version, the oldest and most popular English variation, he finished in the year 1366</span><sup><span xml:lang="en" lang="en"></sup></span><span xml:lang="en" lang="en">. </span></p>
      <p class="texte"><span xml:lang="en" lang="en">In chapters 3 and 14 of this very...</span></p>]]></description> 
    <dc:creator>Rita Cipriano</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9296</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9289">
    <title>DOMINA</title>
    <description><![CDATA[
      <h1 class="texte"><span xml:lang="es" lang="es">Introducción</span></h1>
      <p class="texte"><span xml:lang="es" lang="es">En el siglo XII, entre los años 1109 y 1126, los reinos de León y de Castilla conocieron </span><span xml:lang="es" lang="es">un monarca </span><span xml:lang="es" lang="es">en cuerpo de mujer. En ausencia de herederos masculinos por la vía directa, al morir Alfonso VI le sucedió su hija legítima, Urraca I. Ella recibió de su padre el gobierno sobre todo su reino, y llegó a asumir el título imperial que él llevaba anteriormente. Esto quiere decir que no actuaba como tutora del heredero, sino que era ella misma la heredera legítima, reina de toda </span><em><span xml:lang="es" lang="es">Hispania</span></em><span xml:lang="es" lang="es">. Necesitó casarse por segunda vez</span><span xml:lang="es" lang="es"></span><span xml:lang="es" lang="es">, uniéndose a Alfonso I Batallador, rey de Aragón. La alianza matrimonial fracasó, y los reinos de León-Castilla y Aragón se enfrentaron en una guerra que devastó sobre todo el territorio leonés y castellano. Al final, el matrimonio estéril se deshizo</span><span xml:lang="es" lang="es">. Para el hijo de Urraca, el futuro Alfonso VII</span><span xml:lang="es" lang="es">, el aragonés representaba un peligro a su acceso al trono. Así, la reina se enfrentó también a los conflictos y problemas derivados de su sucesión. </span></p>
      <p class="texte"><span xml:lang="es" lang="es">A primera vista, U...</span></p>]]></description> 
    <dc:creator>Luísa Tollendal Prudente</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9289</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9279">
    <title>Armenian Illuminated Manuscripts in the Collection of the Gulbenkian Museum</title>
    <description><![CDATA[
      <h1 class="texte"><span xml:lang="en" lang="en">Introduction</span></h1>
      <p class="texte"><span xml:lang="en" lang="en">This paper reflects general notes on a recently completed doctoral project</span><span xml:lang="en" lang="en"></span><span xml:lang="en" lang="en"> designed to comprehensively study a group of Armenian illuminated manuscripts housed in the Gulbenkian Museum in Lisbon. The codices studied were a Bible and three Gospel Books. These manuscripts were studied with an interdisciplinary approach for the first time, implementing methodologies from the History of Art, History and Technology of Artistic Production, and Conservation Science. The study provided insights into the political, cultural, and religious reality of seventeenth-century Armenian diasporic communities where the manuscripts were produced. It provided a perception of art and craftsmanship and shared practices within these communities. The art and materiality of the Armenian manuscripts of the Gulbenkian Museum reflect the practices of tradition and innovation, adopted by scribes and illuminators of the early modern Armenian scriptoria.</span></p>
      <h1 class="texte"><span xml:lang="en" lang="en">The Art Historical Approach</span></h1>
      <p class="texte"><span xml:lang="en" lang="en">This study approaches ...</span></p>]]></description> 
    <dc:creator>Hermine Grigoryan</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9279</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
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