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    <title>Medievalista</title>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista</link>
    <description>Revista em acesso aberto, semestral, interdisciplinar, dedicada aos estudos medievais</description>        
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  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9264">
    <title>OLIVEIRA, Ana Rodrigues – O Amor em Portugal na Idade Média. 1ª edição. Lisboa: Manuscrito Editora, 2020.</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte"><em>O Amor em Portugal na Idade Média</em>, da autoria de Ana Rodrigues Oliveira (Doutorada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e membro do Instituto de Estudos Medievais da mesma Faculdade), não se trata de um romance histórico ao contrário do que o título poderia sugerir-nos, mas sim de um compêndio de historiografia portuguesa. A obra não faz alusão ao “amor” tal como o conhecemos, uma emoção ou sentimento que induz grande afeição ou afinidade, mas sim um “amor” complexo e, muitas vezes, ambíguo. A autora apresenta algumas questões como “em que consistiria o amor para o Homem da Idade Média?”, “que significado teria para Ele o casamento?” e “Envolveriam os casamentos medievais algum sentimento?” cujas respostas lhe permitem estabelecer um retrato do “amor” no Portugal medieval.</p>
      <p class="texte">A autora inicia a obra com uma importante elucidação sobre a visão da Igreja Medieval, enquanto autoridade moral e religiosa que “moldou” a ética e os valores da s...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Cátia Teixeira</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9264</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9254">
    <title>AFONSO, Carlos Filipe – A guerra cristã na formação de Portugal (1128-1249). Lisboa: Edições Colibri – Comissão Portuguesa de História Militar, 2022, 622 pp.</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte"><span xml:lang="es" lang="es">La historia de nuestro vecino Portugal nos resulta a menudo bastante ajena y desconocida a los españoles. Esa realidad es especialmente constatable en lo que a los estudios de historia militar se refiere, siendo a veces poco conscientes de que en tiempos pasados las fronteras políticas, culturales y mentales no estuvieron tan nítidamente definidas como podemos entender hoy día. Por ese y otros motivos resulta muy recomendable la lectura de la reciente obra del historiador y militar luso Carlos Filipe Afonso, que reseñamos. Se trata de la tesis doctoral de Carlos Afonso, defendida en junio de 2021, dirigida por los profesores Amélia Aguiar Andrade y Miguel Gomes Martins. Nos encontramos ante un interesante autor que a sus estudios académicos de historia suma años de trayectoria como oficial de infantería del ejército portugués, habiendo participado en misiones en países como Bosnia o Irak. Así, con la perspectiva del historiador riguroso y el militar experimentado, Carlos Afonso anal...</span></p>]]></description> 
    <dc:creator>David Porrinas González</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9254</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9247">
    <title>VAN DER MEEREN, Sophie – Entrer en philosophie. La fonction psychologique des premiers “Dialogues” d’Augustin. Série Antiquité, 212. Turnhout: Brepols, 2023, 504 pp.</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte"><span xml:lang="pt" lang="pt">Sophie Van der Meeren é uma pesquisadora francesa da Université Rennes 2. Suas pesquisas estão relacionadas aos gêneros de discursos filosóficos entre gregos e latinos, com ênfase ao uso do protréptico como gênero persuasivo com grande uso na antiguidade</span><span xml:lang="pt" lang="pt">. Ademais, também se debruça sobre as relações do cristianismo com a filosofia clássica, de modo que o pensamento de Agostinho se coloca em seu radar.</span></p>
      <p class="texte"><span xml:lang="pt" lang="pt">Agostinho de Hipona, ou Santo Agostinho, como é comumente conhecido, é tido como um dos principais luminares do pensamento ocidental, cuja influência, certamente, não se limita apenas ao âmbito religioso, mas perpassa a sociedade, na medida em que seu pensar filosófico sempre é resgatado diante de questões envolvendo, </span><span xml:lang="pt" lang="pt">e. g.</span><span xml:lang="pt" lang="pt">, a relação entre liberdade e determinismo, natureza humana e questões concernentes à filosofia da mente. Contudo, não são para essas questões, tão presentes nas suas obras de maturidade, que Sophie direciona sua pesquisa. Pelo contrário, ela se debruça para um moment...</span></p>]]></description> 
    <dc:creator>João Victor de Souza Silva</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9247</link>
    <dc:date>2025-01-20</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9094">
    <title>BECEIRO PITA, Isabel - Libros, lectores y bibliotecas en la España medieval. Murcia: Nausícaä Edición, 2007. 658pp</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">Isabel Beceiro Pita, investigadora do “Consejo Superior de Investigaciones Científicas” de Madrid (CSIC), reúne no volume <em>Libros, lectores y bibliotecas en la España medieval</em> um estudo inédito e 18 artigos anteriormente publicados pela autora, em revistas e obras colectivas dispersas, entre 1983 e 2003, agora revistos. Em comum, estes artigos têm o tema geral dos livros e dos seus leitores, no quadro de espaços geográficos específicos (sobretudo no reino de Castela, com algumas incursões nos domínios da Coroa de Aragão e no reino de Portugal), e em épocas determinadas (entre os sécs. XII e XVI).</p>
      <p class="texte">Os assuntos apresentados e discutidos são manifestamente complexos e difíceis de abordar uma vez que as fontes disponíveis, na sua maior parte, são díspares, indirectas e escassas. Por entre esta diversidade, a autora baseia-se sobretudo em testemunhos como inventários de bibliotecas, referências a traduções, cópias, menções testamentárias, indicações de dedicatórias e de empréstimos.</p>
      <p class="texte">Em termo...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Isabel Barros Dias</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9094</link>
    <dc:date>2024-12-05</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/9076">
    <title>¿Existe una identidad mozárabe? Historia, lengua y cultura de los cristianos de al-Andalus (siglos IX-XII), Estudios reunidos por Cyrille Aillet, Mayte Penelas y Philippe Roisse. Madrid: Casa de Velázquez, 2008. 334 pp.</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">Esta obra publica doze estudos sobre os Moçárabes, os cristãos que viveram sob o domínio islâmico, na Península Ibérica e na Sicília. Na Introdução (pp. IX-XVI), Cyrille Aillet faz o ponto de situação. Tenta precisar melhor o conceito de ‘moçárabe’, e refere a sua utilização ideológica e histórica por vários autores em textos de diferente natureza. Refere a dificuldade de reconstruir uma imagem global da comunidade moçárabe, se é que tal é possível, pois não existia uma unidade dos cristãos dentro da sociedade hispano-árabe.</p>
      <p class="texte"><span xml:lang="es" lang="es">Manuel Díaz y Díaz “Los mozárabes. </span>Una minoría combativa” (pp. 1-8) trata da violência do discurso da maioría dos escritores moçárabes de Córdova do século IX tentando averiguar se ela se ficou a dever somente à sua atitude frente ao Islão ou se estariam em jogo conflitos internos das próprias comunidades. Observa que surgem em grupos reduzidos e preocupados com a ortodoxia das suas próprias tradições mas não abrangiam a maioria da população cristã. Os escritos q...</p>]]></description> 
    <dc:creator>António Rei</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/9076</link>
    <dc:date>2024-12-05</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/5765">
    <title>BECEIRO PITA, Isabel (dir.) – La espiritualidad y la configuración de los reinos ibéricos (siglos XII-XV). Madrid: Editorial Dykinson S.L., 2018 (363 pp.)</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">Isabel Beceiro Pita tem-se destacado, há já muitas décadas, por uma investigação extremamente inovadora no campo da história dos reinos ibéricos durante a Idade Média, procurando, no cruzamento entre o político, o social, o cultural e o religioso, compreender a forma como estes mesmos reinos se foram construindo e afirmando, na complexidade dos diferentes contextos históricos. De modo particular, tem procurado esclarecer como as dimensões culturais e religiosas se mostram operantes neste mesmo processo, ora para revelarem a inscrição do passado medieval ibérico nos mais amplos dinamismos históricos que marcam o Ocidente medieval, ora para permitirem uma compreensão mais aprofundada dos mecanismos de legitimação e afirmação dos distintos poderes, leigos ou eclesiásticos, no âmbito da Hispânia medieval. </p>
      <p class="texte">Nascido do projecto “Identidades, contactos, afinidades: la espiritualidad en la Península Ibérica (siglos XII-XV)” (PN 2013, ref. HAR2013-45199-R), por si coordenado, este livro reúne...</p>]]></description> 
    <dc:creator>João Luís Fontes</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/5765</link>
    <dc:date>2022-07-11</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/766">
    <title>Michael Camille, Le Monde Gothique</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">A obra <em>Le Monde Gothique</em>, de Michael Camille (1958-2002), falecido professor de História da Arte da Universidade de Chicago, formado na instituição universitária de Cambridge, define, em muitos dos seus contornos, o olhar da nova investigação sobre a medievalidade, nascido de uma luta imperiosa contra conceitos oitocentistas fortemente enraizados e de uma vocação dupla para a aproximação isenta e a construção parcelarmente consumada mas sempre projectada em extensão. A busca de novas Idades Médias, na consciência da sua multiplicidade e igual dignidade, tendo em vista um entendimento progressivamente depurado e que se pretende verdadeiramente amplo, no qual a produção artística desempenha um papel determinante e enriquecedor (donde o sentido, em larga medida, da condensação a que o tradutor francês submete o título, eliminando o substantivo mais óbvio de <em>arte</em>, em proveito do de <em>mundo</em>), desenvolve-se, na presente obra de Michael Camille, num olhar atento às realidades tradicionalment...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Joana Ramôa</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/766</link>
    <dc:date>2022-04-04</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/764">
    <title>Jacques Voisenet. Bêtes et hommes dans le monde médiéval. Le bestiaire des clercs du Ve au XIIe siècle</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte">No seu primeiro livro sobre o bestiário da Alta Idade Média, <em>Bestiaire chrétien. L’image animal des auteurs du Haut Moyen Age (Vº - XIº s.)</em>, Toulouse, Presses Univ. du Mirail, 1994, Jacques Voisenet estudou as fontes utilizadas pelos clérigos da época na construção das imagens textuais dos animais que viriam a utilizar nos seus textos. No presente volume, a partir das fontes produzidas na Cristandade medieval, dando especial atenção às do Ocidente, estuda as funções dos animais nestas. Se o âmbito espacial da recolha das fontes é amplo, o mesmo acontece no plano temporal, pois o autor considera o que denomina de uma longa Idade Média, que se inicia no século V, com a implantação crescente do Cristianismo no Ocidente medieval, e se prolonga até ao XII, ou seja, ao momento do surgimento dos bestiários românicos, considerados como um ponto de chegada na simbologia animal, após as elaborações e propostas realizadas no período anterior. Jacques Voisenet propõe-se, assim, compreender como...</p>]]></description> 
    <dc:creator>Pedro Chambel</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/764</link>
    <dc:date>2022-04-04</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/4590">
    <title>La imagen escultórica del Crucificado en la Galicia del siglo XIV</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte"><span xml:lang="es" lang="es">El propósito de esta tesis doctoral es estudiar los usos y significados que tuvieron las diversas representaciones escultóricas de Cristo crucificado dentro de la cultura religiosa de la Galicia del siglo XIV</span><span xml:lang="es" lang="es">. Para ello, este trabajo se aproximó a la realidad visual, material y cultural de los siglos bajomedievales en Galicia partiendo de una imagen que remite de forma directa al misterio central del cristianismo, sintetizando la esperanza de los fieles cristianos en la posible salvación eterna tras la muerte. Además, esta tesis busca examinar hasta qué punto el caso gallego se adapta a las dinámicas presentes en otros territorios del Occidente medieval cristiano. Esta aproximación no solo permite conocer el papel que las imágenes jugaron dentro de su sistema cultural, sino que también nos ofrece una visión panorámica de las experiencias de quienes vivieron en la Galicia de finales de la Edad Media.</span></p>
      <p class="texte"><span xml:lang="es" lang="es">La inabarcable amplitud del objeto de estudio obligó a restringir el corpus a través ...</span></p>]]></description> 
    <dc:creator>Sara Carreño</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/4590</link>
    <dc:date>2021-07-22</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://journals.openedition.org/medievalista/4575">
    <title>The door of the caliph in the Umayyad al-Andalus</title>
    <description><![CDATA[
      <p class="texte"><span xml:lang="en" lang="en">The main purpose of the dissertation is the conceptualization of the </span><em><span xml:lang="en" lang="en">court</span></em><span xml:lang="en" lang="en">, palace and ruler of the Umayyad Caliphate of al-Andalus (929-1031). The Western terminology still plays a normative role in the representation of </span><em><span xml:lang="en" lang="en">foreign</span></em><span xml:lang="en" lang="en"> </span><em><span xml:lang="en" lang="en">courts</span></em><span xml:lang="en" lang="en">, determining concepts that fit poorly into chronologies and traditions with their own dynamics, hierarchies and specificities, which is the case of the Muslim </span><em><span xml:lang="en" lang="en">courts</span></em><span xml:lang="en" lang="en">. Far from being the paradigm of court society, the Western court model consists of a case amongst many. Not complying with the Western model and terminology does not mean we are not before a real </span><em><span xml:lang="en" lang="en">court</span></em><span xml:lang="en" lang="en"> society, as in fact the medieval Muslim </span><em><span xml:lang="en" lang="en">court </span></em><span xml:lang="en" lang="en">model testifies. Such model is discussed in the light of a </span><em><span xml:lang="en" lang="en">courtly</span></em><span xml:lang="en" lang="en"> common language to the Mediterranean and Eastern societies of the tenth and eleventh centuries. </span></p>
      <p class="texte"><span xml:lang="en" lang="en">The strong conceptualization of the Umayyad </span><em><span xml:lang="en" lang="en">court</span></em><span xml:lang="en" lang="en"> of Cordoba was further highlighted through the articulation of the ceremonial, as the </span><em><span xml:lang="en" lang="en">mise-en-scène</span></em><span xml:lang="en" lang="en"> of such conceptualization and leg...</span></p>]]></description> 
    <dc:creator>Elsa Cardoso</dc:creator>
    <link>http://journals.openedition.org/medievalista/4575</link>
    <dc:date>2021-07-22</dc:date>
  </item>
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